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sábado, 3 de dezembro de 2011

Perda rápida e defintiva da gordura.



Depois de muito tempo de pesquisa e associação de técnicas, cheguei a este tratamento, que definitivamente foi o maior "achado" da minha vida. Nada me surpreende tanto quanto o resultado desta técnica, que é associação de mais de uma terapia. Esta semana, três clientes que compraram o tratamento de 6 sessões para as costas, tiveram que mudar para a parte frontal, pois as costas secaram tão rápido que o abdomem que não aparecia, acentuou.

Outro caso foi o da famosa "bananinha" debaixo do bum bum, que eu sempre usei várias técnicas para retirar, mas não me deu tanto resultado como esta, em apenas duas sessões consegui eliminar a gordura e a celulite dessa área.

Por isso, estou divulgando aqui, o que não e de costume, pois uso esse blog para orientar as pessoas,e não para ganhar dinheiro. Mas me sinto muito a vontade para publicar isso, pois sei que será a solução para muita gente que não quer o não pode passar pelo procedimento de lipoaspiração.

Só faço exclusivamente no Rio de Janeiro.

domingo, 13 de novembro de 2011

Fugindo da cânula ( hidrolipoclasia não aspirativa)

Dependente do ultrassom, a hidrolipoclasia não-aspirativa, ou seja, a "quebra" do tecido adiposo infiltrado com água pelas ondas do aparelho é um procedimento simples e minimamente invasivo - com bons resultados especialmente no tratamento da gordura localizada.

É realizada uma infiltração prévia no local a ser tratado de uma solução que em geral é a associação de água destilada com soro fisiológico.Essa costuma ser a mesma infiltração usada na lipoaspiração tumescente e no que costumamos ouvir em hidrolipo. Após é realizada a aplicação do US nesse local. Eu prefiro usar o manthus, pois ele já vem comuma programação para hidrolipoclasia. As células de gordura (adipócitos) previamente cheias e mais frágeis após o líquido injetado sofrerão mais facilmente as ações do US descritas acima. O tratamento pode ser complementado com a utilização de substâncias que auxiliem no combate a celulite e gordura como a cafeína, fosfatidicolina, algas etc.. Imediatamente (na mesma sessão) pode ser acrescentado a carboxiterapia, com resultados ainda mais favoráveis.
Eu ainda sugiro uma boa aplicação de endermologia no início do processo. Os resultados são surpreendentes.

Vantagens em relação a hlpa aspirativa
Elininação de gordura sem cortes, internações com introdução de substância inofenciva ao corpo.


Desvantagens em relação a hlpa aspirativa
- É necessário de 6 a 10 sessões semanais para obter o resultado satisfatório.


Preço médio da HLPA ASPIRATIVA R$ 500,00 Por área
Preço médio da HLPA NÃO ASPIRATIVA R$ 70,00 por área

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

LIPOESTABIL (fosfatidicolina)

Copiei essa máteria na íntegra, pois de todas que li essa foi a melhor. Logo abaixo, tem a resolução da ANVISA, quanto a proibição do lipoestabil.

Espero que quem gosta de fazer uso dessa substância tenha o mínimo de discenimento para entender o que esta matéria tão interessante está descrevendo sobre as agressões ao corpo provocadas por este medicamento.

Eu gosto muito de usar essa substância nas melanges, mas são de uso tópico e elaboradas para este fim. APLICAR NUNCA!

Agora, se você não respeita seu corpo, vai em frente, mas torça pra morrer jovem igual a Merilyn Monroe, pois se envelhecer fazendo uso dessas substâncias impróprias, certamente pagará um preço alto, com uma velhice de péssima qualidade, e ainda dando trabalho p'ros outros!






Título: Lipostabil (Fosfatidilcolina)
Autor: Paulo Gentil
Email: http://www.gease.pro.br/contato.php
Tema: anabolizantes
Adicionado em: 30/05/2002

Este artigo foi elaborado em função do
Grupo de Estudos Avançados em Saúde e Exercício - GEASE

Novamente aparece uma promessa para acabar com a gordura localizada. Desta vez ocorreu uma intensa propaganda sobre outra substância “mágica”, a Fostatidilcolina (Lipostabil). Antes de tudo, é preciso dizer que dificilmente será possível encontrar uma pesquisa séria direcionada ao uso estético desta ou de qualquer outra substância, principalmente porque a comunidade científica deve (ou deveria) se preocupar com problemas que realmente põem a risco a humanidade e são relevantes para a melhora da vida na Terra. .

A Fosfatidilcolina é uma lipoproteína encontrada em abundância nas membranas celulares, sua concentração e composição parecem influir diretamente na integridade e funcionamento destas membranas, principalmente no transporte através delas. Supõe-se que o uso deste fosfolipídio aumente a solubilidade do colesterol, trazendo benefícios como alterar a composição de depósitos de gordura e inibir a agregação plaquetária, o que diminuiria os riscos de doenças cardiovasculares. Terapeuticamente ela tem sido usada em distúrbios mentais, doenças cardiovasculares e hepáticas induzidas por medicamentos, álcool, poluição, viroses e outras toxinas.

FÍGADO

A exposição das membranas celulares a substâncias tóxicas pode causar danos às células hepáticas, levando a desequilíbrios na homeostase e posteriormente à morte destas células, o álcool, por exemplo, pode destruir a membrana mitocondrial, prejudicando o metabolismo de gorduras (LIEBER et al, 1994; LIEBER et al, 1996). Nestes casos o lipostabil pode ajudar a membrana a se regenerar.

Nos casos de danos ao fígado a fosfatidilcolina foi pesquisada em:

Ø Ingestão abusiva de álcool: há vários relatos de sucesso, tanto com o uso oral (PANOZ et al, 1990; SCHULLER PEREZ et al, 1985; KNUECHEL 1979) quanto intravenoso (BUCHMAN et al, 1992).

Ø Na recuperação hepática após danos causados por vírus, como o da hepatite (TSYRKUNOV, 1992; FRIEDMAN et al, 1996; MUETING et al, 1972; HIRAYAMA et al, 1978; YANO et al, 1978; KOSINA et al, 1981; JENKINS et al, 1982; VISCO et al, 1985; HANTAK et al, 1990).

Ø Também há relatos em pacientes que tiveram problemas relacionados ao tratamento da tuberculose e foram ajudados pela fosfatidilcolina tanto pela via oral (MARPAUNG et al, 1988) quanto intravenosa (KUNTZ et al, 1978).

Ø Outras doenças (KUNTZ et al, 1965; ESSLINGER et al, 1966; KLEMM, 1964).

CÉREBRO

Este fosfolipídio é também fornecedor da colina, que por sua vez é essencial na formação da acetilcolina, um importante neurotransmissor envolvido na memória. Nesta área pode-se destacar os estudos dos orientais FURUSHIRO et al (1997) e CHUNG et al (1995) onde o uso de fosfatidilcolina melhorou a memória em animais.

LIPÍDIOS

A colina é também necessária ao metabolismo de gordura, sendo que a ingestão de fosfatidilcolina se mostrou eficiente no tratamento de doenças cardiovasculares e redução dos níveis de colesterol (BIALECKA, 1997; BROOK et al, 1986; MEL'CHINSKAIA et al, 2000; ZEMAN et al, 1995), removendo-o dos tecidos e evitando a agregação de plaquetas. Porém, há controvérsias sobre estes resultados, KNUIMAN et al afirmaram em 1989 que os benefícios encontrados nestes estudos são artifícios causados pelo design experimental e a maneira de análises de dados, sendo mediados por outras mudanças na dieta ou devido ao ácido linoleico. Outro estudo desanimador foi o de SIMONSSON et al (1982), onde dietas ricas em fosfatidilcolina não alteraram positivamente os níveis plasmáticos de lipoproteínas.

Quanto ao acúmulo de gordura só sei de um estudo feito em animais por TAKAHASHI et al, (1982), onde se relacionou a deficiência de fosfatidilcolina com distúrbios na liberação de lipídeos pelas células. Neste estudo japonês, os ratos recebiam ou dietas ricas ou pobres em colina durante duas semanas, quando a quantidade de colina era baixa havia distúrbios na liberação de gordura das células do intestino para o sistema linfático. A suplementação oral de fosfatidilcolina rapidamente corrigiu esta disfunção, confirmando a colina como um fator extremamente importante na absorção de gorduras através da membrana celular.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A membrana da célula é responsável por controlar o fluxo de substâncias do meio extra para o intracelular e vice-versa, envolvendo também a receptividade à insulina e o equilíbrio hídrico e salino. Pense bem, se algum fator exógeno causa desequilíbrio nesta membrana, qual será a reação a longo prazo? É perigoso e ingenuamente otimista alterar as propriedades da membrana celular e pensar que o único efeito seria a perda de gordura por algumas células. Como não conheço nenhum estudo longitudinal onde se acompanhou o uso subcutâneo prolongado de Lipotsabil com fins estéticos, eu não recomendaria que você se arriscasse tão cedo. Na minha opinião faltam duas informações vitais:

1. Se a redução de medidas é fruto da perda de gordura, de desidratação ou outro meio? Lembre-se que gorduras não são as únicas substâncias a passar através das membranas celulares, água e minerais também são transportados continuamente. Existem, inclusive, patologias geradas por altas taxas do fosfolipídeo em questão, onde os sintomas são desequilíbrios nas taxas de potássio e desidratação (CLARK et al, 1993).

2. Como seu corpo vai responder a esta prática? Vai ficar com a membrana alterada para sempre (o que poderia ser extremamente nocivo ao equilíbrio dinâmico do seu organismo)? Ou vai supercompensar (retornando com sobras às medidas antigas)?

Ah! Tem uma pergunta que me intriga sobremaneira: os estudos que encontrei sempre se referem ao uso oral ou intravenoso da fosfatidilcolina, então quem foi o “gênio” que inventou a injeção subcutânea desta substância com fins estéticos?






ANVISA



Câmara Técnica de Cosméticos - CATEC

Parecer Técnico nº 3, de 6 de julho de 2005

ASSUNTO: Utilização da fosfatidilcolina em produtos cosméticos

Considerando que a Resolução 79/00 define produtos cosméticos como “preparações constituídas por substâncias naturais ou sintéticas, de uso externo, nas diversas partes do corpo humano, pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos genitais externos, dentes e membranas mucosas da cavidade oral, com o objetivo exclusivo ou principal de limpá-los, perfumá-los alterar sua aparência e ou corrigir odores corporais e ou protegê-los ou mantê-los em bom estado” 1;

Considerando que a fosfatidilcolina é uma lipoproteína presente na membrana celular, utilizada em alguns países em produtos de uso oral e injetável no combate a patologias relacionadas às alterações dos lipídeos na corrente sangüínea 5;

Considerando que a composição dos lipídeos cutâneos consagrada pela literatura, por pelo menos duas décadas, sendo comumente classificados como lipídeos neutros englobando o colesterol, os ésteres de colesterol, o sulfato de colesterol, os triglicerídeos, os ácidos graxos livres, o esqualeno e os alcanos; e polares, representados pelos fosfolipídeos (fosfatidilcolina, fosfatidilserina, fosfatidiletanolamina, esfingolmielina) e pelos esfingolipídeos (ceramidas I a IV) 1,2,3 ;

Considerando que a segurança de um produto cosmético deve ser avaliada pelas condições de uso e pela área de contato, e que a concentração e a composição da fosfatidilcolina poderão influenciar diretamente na integridade e funcionamento da membrana celular, principalmente no transporte de substâncias através dela 2,3,4,5,6;

Considerando a existência de um estudo longitudinal de longa duração envolvendo a segurança e a eficácia da fosfatidilcolina para fins estéticos e/ou cosméticos à luz dos conhecimentos atuais;

Considerando o exposto, a Câmara Técnica de Cosméticos recomenda e a Gerência-Geral de Cosméticos determina:

1) A fosfatidilcolina somente poderá ser utilizada em produtos cosméticos, desde que comprovada a sua segurança. A eficácia deve ser comprovada quando lhe for atribuído algum benefício específico à pele e anexos.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pós bariátrica TRABALHO LINDO!



Fico muito feliz em ver um trabalho desses. Em pesquisa pela internet, encontrei esse material, que faço questão de citar o email e telefone. Não sei o nome do médico que fez, pois fiz retirada de um trabalho postado na internet. Faço questão de postar, pois o meu post anterior fala exatamente da incisão vertical, que naquele caso foi desnecessária, ao contrário desse, pois essa paciente teve um significativa eliminação de peso após a cirurgia bariátrica, que inclusive lhe deixou cicatrizes profundas, que foram retiradas após a abdominoplastia. Esse é um exemplo de um trabalho limpo, bem executado, por profissionais qualificados para a função.
Muita gente deve achar que eu sou contra cirurgia plástica, pois posto tanta coisa ruim, mas não é isso, eu sou totalmente a favor, tanto que já fiz duas que ficaram maravilhosas graças as meu médico (Dr. José Maria Cabral Júnior - Manaus AM). Mas, como faço muito pós op. o que vejo de ruim eu posto para que todos entendam que seu corpo não uma é pista de test drive para médicos despreparados. Que devem fazer a escolha certa. Não fique barganhando preço, procurando o mais barato, procure o mais competente e pague o valor que ele pedir, se não tiver dinheiro suficiente, espere, junte mais, te garanto que vai sair mais barato, pois fará apenas uma vez, enquanto que fazendo com esse barbeiros terá seu sonho adiado, gastará mais dinheiro e muitas vezes nem tem mais solução.

A foto foi retirada da postagem da Clínica de cirurgia e obesidade do aparelho digestivo.
O email que está lá é: andremaranhao@terra.com.br - fone 2512 5424.

Mais uma vez, parabéns pelo lindo trabalho, tenho certeza que essa paciente está muito satisfeita com o resultado.

Incisão vertical desnecessária


Essa é uma mulher jovem, de apenas 33 anos.Durante sua gravidez elevou o peso em torno de 18kg,o que certamente acarretou em flacidez abdominal e gordura na parte dos flancos. Após emagrecer, quis realizar o grande sonho da cirurgia plástica, que virou um pesadelo, para mais uma (infelizmente). Quando ela me escreveu e enviou essa foto (tenho autorização para uso), sua dúvida era na verdade quanto a cicatriz, pois ela achava que essa dobra próximo a incisão era em decorrência do pós op. mal executado pela sua fisioterapeuta.O que eu realmente acho, é que o trabalho do pós não influenciou em absolutamente nada essa dobra, o que acontece é que a imperícia do médico (a) não permitiu que ele retirasse a quantidade necessária de gordura e pele para que o obdomem ficasse reto como é o desejo de todas. Quanto a cicatriz não está tão ruim levando em consideração o tempo,e, além do mais pode ser feito um trabalho de redução na cicatriz, deixando-a com a coloração uniforme e mais fina.
Quanto a cirurgia, não sei se é possível observar a INCISÃO VERTICAL abaixo do umbigo, o que geralmente é feito em pacientes com grande avental (sobra de pele) em sua maioria em pós bariátrica, que é quando há uma grande perda de peso. Nesse caso não consigo ver a necessidade dessa cicatriz, o que me faz pensar que esse médico é mais incompetente ainda, pois lançou mão de mais um corte e ainda assim não retirou a quantidade necessária de pele.
Eu fico imaginando esse médico fazendo compras em um shopping, feliz da vida com o dinheiro que ganhou destruindo o sonho de uma mulher jovem, será que ele não percebe que não está apto a fazer cirurgias, que não nasceu para isso, caramba!Para ser pintor, cantor, escultor é preciso ter talento, assim como para ser cirurgião plástico também!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cicatriz de abdominoplastia (Mal feita)



Todos esses pós op. foram feitos por mim, então, é possível saber porque as cicatrizes ficaram tão aparentes.
A primeira é de uma mulher de 28 anos que tem tendência ao aparecimento de queloides, o que poderia ser evitado se a médica indicasse o tratamento preventivo para esse problema. Nessa foto a cicatriz já foi reparada, mas como podem ver, ainda continua muito alta. Fiz um tratamento para amenizar, mas o resultado só foi bom nas laterais. O certo aí, é fazer a retirada da cicatriz através de cirurgia, o que foi sugerido pela sua médica, que tbm sugeriu que fosse feito no próprio consultório, o que deixou a paciente insegura e preferiu deixar como está.
Na segunda foto, a mulher tem 40 anos, tbm tendência a queloides. Sua cicatriz ficou hipertrófica, estou fazendo um tratamento que já diminuiu muito sua espessura, mas, é interessante que os queloides são por dentro, pois quando estico a pele, já posso ver apenas uma linha fina pelo lado de fora, mas, em volta dos pontos internos formou-se hipertrofia, o que parece que foi uma espécie de reação ao material usado, que deveria ter sido absorvido pelo organismo, mas não foi. em breve postarei a nova foto.
E por último a terceira foto de uma mulher de 38 anos, mãe de 2 crianças, que realmente precisava da abdominoplastia, mas deveria ter sido feita por um médico especialista, que certamente teria feito um lipoaspiração e não teria deixado esse corte tão alto. conclusão, ela ganhou um cicatriz e continuou com toda a gordura que tanto a incomodava. Vale ressaltar que esse médico cobrou um terço do preço normal que qualquer bom cirurgião cobraria. Eu tentei avisá-la, mas muitas vezes as pessoas querem economizar, mas escolhem a pior forma de fazer isso, jogando com seu corpo e sua saúde. Desconfie dos preços muito baixos, pois geralmente são exercidos por médicos que não investiram em especialização e por isso cobram mais barato. O resultado é sempre esse que vcs podem ver. Economize de outra forma, deixe de comprar cigarros, muita carne, bebida alcoólica e reserve esse dinheiro para pagar quem realmente se preparou para exercitar a profissão. O barato sempre sai caro.



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pré cirurgico

O tratamento pré-cirúrgico já é adotado por alguns cirurgiões, geralmente,pelos que conhecem  os efeitos do pós-cirúrgico, é isso mesmo que vc leu! Por incrível que pareça ainda tem médicos que desconhecem e não fazem a menor questão de se inteirar sobre o tratamento após a cirurgia, que, tanto auxilia na diminuição do edema, dos hematomas, melhora o processo cicatricial entre outros efeitos benéficos. É lógico que o tratamento deve ser realizado por quem realmente entende de pós op, e, não apenas de drenagem, pois,infelizmente a maioria das estaticistas e fisioterapeutas, apenas executam esta modalidade no cliente, enquanto, muitas vezes é necessário lançar mão de outros recursos como microcorrentes, ionização, ultrassom...
Quando há um bom prepara do corpo antecedendo a cirurgia (15 dias antes), aplicando as técnicas referentes ao procedimento a ser executado, o resultado é é uma rápida e menos dolorosa recuperação , além de diminuir  em alguns casos até evitar a formação de hematomas, edemas e formação de fibroses. Mas assim como foi difícil a batalha do reconhecimento pela classe médica em relação ao pós op., certamente não será diferente com o pré op.
Abaixo temos duas pacientes com a mesma idade (55 anos), a primeira com o procedimento de lipoaspiração (após 5 dias), ela não fez o pré -cirúrgico, pois seu médico lhe disse que era DESNECESSÁRIO.
A segunda com o procedimento de lipoaspiração e abdominoplastia..Essa me procurou por indicação do  seu médico, que lhe ordenou que fizesse no mínimo 10 ss de pré-cirurgico. O diferença é visível com total ausencia de hematomas e pouco edema no seu pós op ( após 7 dias).

Avalie e tire suas próprias conclusões!

A medicina avança a passos largos, quem não acompanha fica para trás.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Informe da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica



                        
Em atenção aos múltiplos questionamentos e queixas, recebidas por esta Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em face da “Pós Graduação Latu Senso” (incluindo dentre estes os chamados “cursos de final de semana”), em áreas de especialidades médicas não reconhecidas, a SBCP passa ao conhecimento de V.Sas. o que segue:

  • “Medicina Estética” não é especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina(CFM) e/ou Associação Médica Brasileira (AMB);

  • Cursos de “Estética” não são reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina;

  • Cursos de “Cirurgia Plástica Estética” não tem fins legais, conforme disposto na consulta realizada pela SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA (SBCP) junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM) - carta CFM nº 4784/2007;

  • Títulos oriundos de tais eventos não deferem aos portadores registrarem-se como especialistas perante os Conselhos Regionais de Medicina, ou se anunciarem como tal, quer por meio de cartazes, folders, internet ou em meios de comunicação. Anunciar-se como esteticista, cosmiatra ou “especialista” em medicina estética, caracteriza infração ao Código de Ética Médica, e muito além da ilicitude é induzir a população leiga à confundir-se com CIRURGIÕES PLÁSTICOS;

  • Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética, não é instituição reconhecida pelaAssociação Médica Brasileira ou Conselho Federal de Medicina;

  • O entendimento da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA, sobre “cursos de especialização (ou similares) em cirurgia plástica estética e/ou medicina estética” é o fiel cumprimento da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1634/2002;

  • CIRURGIA PLÁSTICA é única e indivisível, conforme disposto na Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1621/2001;

  • Compete ao Conselho Federal de Medicina e Conselhos Regionais de Medicina, a fiscalização e correção do exercício da Medicina dentro dos postulados Éticos e Legais vigentes no país.

            Em que pesem os postulados Éticos e Legais acima descritos, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, por meio de seu Departamento de Defesa Profissional (DEPRO), tem adotado as medidas legais cabíveis, quais sejam formalização de denúncias junto ao Conselho Federal de Medicina e Conselho Regional de Medicina, em face de cursos de “Pós Graduação Latu Senso”, bem como seus organizadores. Outrossim, tem  formalizado denúncias concomitantemente à Comissão Mista de Especialidades (Conselho Federal de Medicina; Associação Médica Brasileira; e Comissão Nacional de Residência Médica). Vale frisar que o DEPRO juntamente com a Assessoria Jurídica da SBCP tem trabalhado nos últimos anos junto ao Ministério Público (nos Estados e em nível federal), uma ação conjunta no sentido de coibir a realização dos chamados “cursos de final de semana”, trabalho este, que tem surtido efeito, haja vista a diminuição de anúncios e propagandas dos mesmos entre 2009 e 2010.


Um dos obstáculos que tem sido enfrentados na discussão desse tema é de que a grande maioria destes cursos é oferecida por universidades autorizadas pelo Ministério da Educação - MEC que, por conseguinte, referenda a realização dos mesmos. Como a competência para fiscalização do ensino do País é atribuição exclusiva do MEC, a SBCP tem insistido para que o próprio MEC acate as denúncias feitas e juntamente com o CFM e os Conselhos Regionais tome providências a respeito do assunto.


            Nesse sentido vale informar que, este DEPRO, juntamente com o Exmos. Srs. Presidentes, da SBCP, à época, Dr. José Y. Tariki; e da AMB Dr. José Luiz Amaral, esteve em audiência no Ministério da Educação (MEC), em 15 de julho de 2009, a fim de protocolar denúncia formal e o requerimento de rito sumário no trato desta matéria (cursos de pós-graduação Latu Senso em Medicina), que há tempos ferem o exercício ético da Medicina, bem como a formação médica.
                                  
É certo que, competem aquelas Egrégias Câmaras (CFM e MEC), e somente elas, a fiscalização e correção de desvios. Também é certo que a SBCP continuará trabalhando intensamente para que essa fiscalização seja eficaz e buscará resultados em prol daquilo que todos nós acreditamos, que é a busca de uma qualidade de ensino digna em nossa área de atuação e o fim dos oportunistas e despreparados.


O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) convocou, preliminarmente para o dia 10/setembro/2010, reunião em Sessão Plenária Temática sobre os ditos “cursos de pós graduação em áreas médicas não reconhecidas”A SBCP foi convocada a participar juntamente com a AMB, CFM, Ministério da Educação, e Ministério Público.


Além disso, é importante frisar que o DEPRO e a Assessoria Jurídica da SBCP tem se empenhado no sentido de municiar o Poder Judiciário a respeito da manutenção das recentes decisões proferidas em favor da Cirurgia Plástica, proferidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que declararam não ser a medicina estética uma especialidade médica. Estas decisões são uma vitória da cirurgia plástica brasileira e uma diretriz importante a respeito da discussão do tema perante os órgãos de medicina e ensino no Brasil.


Por fim, é preciso informar que o DEPRO e a Assessoria Jurídica da SBCP têm buscado dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado durante as últimas gestões da SBCP e intensificará a pedido da atual Diretoria Executiva o debate do tema junto ao MEC, CFM e AMB no sentido de impedir a realização dos cursos de pos graduação latu sensu que não estejam dentro dos padrões de ensino e qualidade fundamentais e necessários para o ensino da cirurgia plástica no Brasil.  


Sendo o que nos cumpre para o momento, a SBCP permanece atenta aos desvios que possam macular a imagem da Cirurgia Plástica brasileira, buscando sempre a segurança da população e o exercício pleno e ético da especialidade.




Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Departamento de Defesa Profissional – SBCP
Assessoria Jurídica - SBCP